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segunda-feira, 25 de julho de 2011

GREVE DOS TRANSPORTES

22/07
Com a greve dos transportes, tentei pegar um táxi – há mtos em Roma – mas todos estavam ocupados e acabei pegando um bonde (btte confortável) p o centro. Em dias normais os onibus demoram um pouco e em geral andam lotados. Porém é fácil se orientar, todos os pontos de onibus possuem o roteiro e em mtos há painel eletronico indicando o onibus q está chegando, qto tempo falta p chegar ao ponto. E não há propagando neles, só informação p o usuário - parece o Brasil!
Mas os italianos preferem, compreensivelmente, o transporte individual – há mtos smarts (aqueles carrinhos bem pequenos), mas tb Mercedes e BMW pela cidade – pois eles só tem 2 linhas de metrô, pela impossibilidade de escavar o subsolo da cidade e danificar algum patrimônio histórico. Firenze tb não tem metrô pelo mesmo motivo e, além de Roma, creio q só Milão tem metrô.
Como não havia como se locomover mto, resolvi ficar pela Piazza St. Eustacchio, próxima ao Pantheon, onde há um café btte simpático e aproveitei p tomar um pouco de sol enqto observava os turistas. Há mtos franceses, ingleses, sul americanos menos, alemães, japoneses – estes sempre em fila indiana seguindo um guia com uma bandeirinha à frente. E, além do pessoal do comércio, não se ve quase italianos, a maioria está no litoral ou na Cortina d'Ampezzo. O bom de ter tto turista é q vc percebe q tem mais pessoas com as mesmas dificuldade de comunicação. Ontem, em uma farmácia, o atendente mostrava um remédio, mostrava outro, mais outro e a alemã só fazia com a cabeça q não, até q alguém intercedeu e tudo ficou resolvido, não era dor de cabeça, mas dor de garganta.

23/07
Hoje fui a estação comprar o restante das passagens (consegui comprar só de Milão p Veneza, ficaram faltando as internacionais). Depois fui o Trastevere, onde andei um bocado procurando um restaurante indicado por uma italiana q conheci na Aliança francesa, em Paris. Mas, qdo finalmente o encontrei, estava “chiuto” (fechado, em férias).
A Piazza S.M. De Trastevere e seu entorno é mto simpático, cheio de ruelas estreitas com lojinhas e tratorias p turistas. No restante do bairro me pareceu q há mto imigrante, principalmente indianos. Encontrei vários pelas ruas e percebe-se q os camelos, fora do circuito turístico, vendem quase só produtos indianos.
Na volta p o centro presenciei uma cena de racismo de uma italiana para com uma indiana: o único banco disponível estava ocupado por uma cça, filho da indiana e a italiana pediu q retirasse a cça p ela sentar, o probl. é q se referia a indiana de forma btte ofensiva. Mas o italiano em geral é mto mal humorado e briga por qquer motivo.
Já no hotel, tratei de arrumar as malas pq amanhã embarco p Nápoles. Desisti de ir ao mercado de Porta Portese pois estou cansada de ttos camelôs e ambulantes pelas ruas. Em meio aos belos cenários, o q se vê tb é um imenso mercado de bugigangas p turistas – é imitação de bolsas de grife, produtos chineses e indianos por tudo qto é canto.
Encerrarei por aqui a 1a etapa de mon voyage.

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